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17 de junho de 2019 DINHEIRO NÃO RESOLVE SEU PROBLEMA FINANCEIRO

DINHEIRO NÃO RESOLVE SEU PROBLEMA FINANCEIRO

Você sabia que problema de dinheiro não se resolve com dinheiro?

É muito fácil encontrar na internet, em sessões como “fatos estranhos”, muitos casos de milionários da mega sena, ou famosos que eram ricaços e hoje estão completamente falidos.

Mas será que esse fato é assim tão estranho?

Parece até clichê de auto-ajuda, mas, você já parou para pensar que problema financeiro nem sempre se resolve com mais dinheiro?

A pessoa que enfrenta problemas para administrar um salário mínimo tem comportamentos e hábitos muito parecidos com aquelas que não conseguem se livrar das dívidas ainda que a sua renda principal seja de 20 mil por mês.

Isso acontece por causa do que chamados de “programação mental”

Nossa programação mental, internalizada a partir de experiências vivenciadas na primeira infância, período entre 3 e 7 anos, quando a criança ainda não desenvolveu senso crítico e capacidade racional analítica e acaba assimilando tudo que os seus modelos (pais ou qualquer outro responsável) fazem.

A programação é determinante para a cristalização de nossas crenças.

Essas, por sua vez, são opiniões repetidas e amparadas em experiências que geraram sentimentos capturados pela nossa memória de tal forma que, enquanto aquela crença existir dentro de nossas mentes, ela terá poder de acessar/provocar determinado sentimento no seu subconsciente.

Basicamente, são os nossos sentimentos que nos conduzem a agir. Imagine que você sente frio, imediatamente aquele sentimento de desconforto de conduzirá a uma ação: seu corpo busca meios de se aquecer.

Com dinheiro não é diferente; se você cresceu vendo um dos seus modelos sempre desesperado quando recebia o salário e tinha que quitar todas as contas, você acaba assimilando e, inconscientemente, associando dinheiro a causa do sentimento de desespero.

Entenda:

Quando você se decide por uma compra, por exemplo, não foi o seu racional que decidiu, pelo contrário, essa parte que é responsável pela linguagem, apenas justificou para você uma decisão que já havia sido tomada por outra partezinha do seu cérebro.

A parte que as empresas adoram ativar, por isso, profissionais de comunicação em publicidade e marketing se utilizam tanto dos chamados “gatilhos mentais”.

A má notícia é que são esses sentimentos que nos conduzem às ações e nossas ações estão intrinsecamente ligaras  aos nossos resultados!

 

Se você não está satisfeito com os seus resultados financeiros hoje, pare de focar nos sintomas e passe a focar no que realmente importa: o vírus causador da doença.

Geralmente, quando buscamos ajuda para resolver nossos problemas financeiros, quase sempre focamos em mudar os nossos resultados, mas como acabamos de descobrir, os resultados são apenas o topo do iceberg!

Por isso, ainda que não tenhamos reconhecido a existência, muito menos a origem daquela crença, nos percebemos atados a algum comportamento recorrente em relação ao dinheiro; seja ele o ciclo do endividamento, do consumo compulsivo, ou o famoso “medo do dinheiro”.

Agora voce deve estar pensando: “Ah tá! Você quer dizer que eu, logo eu, vou ter medo de dinheiro!? Me poupe”…

Medo do dinheiro

Mas vamos voltar a fita um bocadinho: o mês é abril, faz calor e você adora sentir o ar condicionado do banco ao entrar na agência para sacar o seu pagamento. Ali mesmo você já paga alguns boletos e já saca o restante, recarrega o Salvador card e vai para casa.

No sábado tem mercado, você fortalece grandão na feira e ainda te sobram R$100,00! Cenzão! Agora sua vida anda, finalmente começou a sobrar dinheiro…

Mas pera aí…

“Será que eu já paguei tudo mesmo”?

“Esse dinheiro vai salvar tanto”…

“Estou precisando fazer a unha”

“A Joice me chamou para ir no cinema”

“Se bem que meu hidratante acabou”…

Uma semana depois… Onde foram parar os seus 100 reais??? 

Você se livrou dele! E se te perguntarem como você gastou aquela grana, é bem possível que você não se lembre! É muito comum ouvir alguém dizer; “Eu nem sei com o que eu gastei aquele dinheiro”.

Você já deve ter ouvido aquele verbete que já foi até tema de novela; dinheiro na mão é vendaval!

Aposto que ela foi inventada por alguém que apresentava esses mesmos sintomas: medo de dinheiro, desespero ao ter dinheiro na mão.

Se eventualmente ele sobra, uma coisinha chamada “termostato financeiro” que fica aí dentro da sua cabeça, trabalha para manter a sua “temperatura” financeira exatamente do jeito que ele está acostumado.

Por isso, inconscientemente você se livra do dinheiro “extra” e simplesmente não sabe como isso aconteceu.

O que fazer?

Se você se identificou em algum nível com esse texto, deve estar se questionando o que pode ser feito para melhorar.

Para começar, só é possível resolver um problema quando se conhece a fundo todas as suas implicações.

Por isso, o primeiro passo é sempre o autoconhecimento e a identificação. É por isso que o processo de coaching financeiro sempre inicia pela sondagem e aplicação de ferramentas que tratem do chamado “jogo interno” do dinheiro.

Saber como a nossa cabeça funciona com dinheiro é fundamental para poder identificar e poder substituir todas as crenças e hábitos negativos que atravancam o nosso desenvolvimento econômico. Para só depois falar sobre o “jogo externo”, as questões físicas: patrimônio, orçamento, renda, poupança, investimentos…

Precisa de ajuda para identificar as crenças que estão limitando seu crescimento financeiro?

Esse simples questionário irá te ajudar no processo de identificação das suas crenças e se ele não for suficiente, peça ajuda do coaching financeiro mais próximo de você, ele pode ser mais eficiente do que você imagina!

 

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Amanda Dias

De "apertada" a Coach financeira, há 5 anos dominei minhas finanças e hoje trabalho auxiliando mulheres a também conquistarem sua independência financeira. Meu propósito é ajudá-la na sua jornada de autoconhecimento, identificando e atuando sobre crenças limitantes em relação ao dinheiro. Adoto um modelo de orçamento personalizado que promova saúde financeira, mas também preze pela sua qualidade de vida. O modelo de dinheiro que você tem hoje é resultado de fatores externos internalizados ao longo da sua vida. Você tem o poder de decidir continuar com ele ou substituí-lo por uma programação abundante e próspera. Para mim, a busca por segurança financeira é a principal forma de auto cuidado. “Dinheiro é apenas uma ferramenta. Ele irá levá-la onde você quiser, mais não vai te substituir como motorista.” – Ayn Rand

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